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Autoavaliação

PPGEL / UEFS

Autoavaliação

Política, documentos e instrumentos de acompanhamento da autoavaliação do Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos.

Autoavaliação do PPGEL

O Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos (PPGEL/UEFS) adota uma política de autoavaliação sistemática e participativa, alinhada às diretrizes da Política Nacional de Avaliação da Pós-Graduação estabelecida pela CAPES e à Política de Pós-Graduação prevista no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).

A autoavaliação do PPGEL/UEFS constitui-se como um processo contínuo, formativo e estratégico, baseado em um conjunto de políticas, diretrizes e instrumentos inter-relacionados que visam garantir a qualidade acadêmico-científica do programa e orientar seu aperfeiçoamento institucional. Esse processo é autogerido pela comunidade acadêmica e envolve a participação ativa de docentes, discentes, egressos, servidores técnicos e, quando necessário, consultores externos.

A prática avaliativa do programa está regulamentada pela Resolução Interna PPGEL nº 004/2021 , que institui o Sistema de Autoavaliação do Programa e organiza suas etapas e instrumentos por meio dos seguintes documentos:

  • Anexo I – Regulamento do Sistema de Autoavaliação: define as diretrizes gerais, dimensões avaliativas, atribuições da Comissão de Autoavaliação (CAA-PPGEL), critérios de meta-avaliação e disposições finais.
  • Anexo II – Plano de Autoavaliação: contempla os instrumentos aplicados e o cronograma de execução.

A autoavaliação é realizada por meio de diversas ações coordenadas pela Comissão de Autoavaliação, e seus resultados subsidiam o planejamento estratégico do programa, permitindo a análise crítica das ações desenvolvidas, o monitoramento de metas de médio e longo prazo e a identificação de oportunidades de melhoria, de modo a potencializar o impacto acadêmico, científico e social do PPGEL.

A Comissão de Autoavaliação do PPGEL (CAA-PPGEL) é composta por, no mínimo, cinco membros indicados pelo Colegiado do Programa, com mandato de quatro anos e autonomia plena para conduzir os processos avaliativos, conforme portaria interna. Essa comissão é responsável por coordenar e acompanhar todas as ações do plano de autoavaliação, garantindo a transparência, a escuta qualificada e a devolutiva à comunidade.

Ao adotar essa política institucional, o PPGEL reforça seu compromisso com a excelência na formação de mestres e doutores, com a responsabilidade social da universidade pública e com a melhoria contínua da pós-graduação stricto sensu da UEFS.

Política Institucional de Autoavaliação

A Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) dá um passo importante no fortalecimento da qualidade da pós-graduação com a publicação da Resolução CONSEPE nº 145/2024 , que regulamenta a Política de Autoavaliação Institucional dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu.

Fruto de um processo coletivo e participativo, conduzido pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PPPG), a resolução estabelece diretrizes claras para o planejamento, a implementação, o monitoramento e a sistematização dos processos avaliativos nos programas de mestrado e doutorado da instituição.

Ao longo de quatro anos, a UEFS promoveu amplo debate com a participação ativa de coordenadores de programas de pós-graduação, docentes, estudantes, técnicos e consultores externos. Esse processo dialogou com os marcos regulatórios da CAPES e com as demandas específicas da realidade institucional, resultando em uma política que valoriza a reflexão crítica, a escuta qualificada e a construção coletiva de melhorias.

A nova política reafirma o compromisso da UEFS com a excelência acadêmica, a transparência na gestão e o aprimoramento contínuo dos programas, fortalecendo os princípios de autonomia, inclusão, responsabilidade social e impacto local e regional.

Acesse os documentos e participe do processo de autoavaliação do PPGEL. A contribuição da comunidade é fundamental para o aperfeiçoamento contínuo do Programa.

Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos · UEFS

Comissão de Autoavaliação

Calendário de atividades

Quadriênio 2025–2028

Atividades da Comissão

Selecione um ano para visualizar a programação.

2025 Fluxo anual de atividades da Comissão
10 a 14 de fevereiro segunda a sexta-feira

Atividades de metaavaliação e planejamento das ações para o quadriênio; atualização do quadro de metas com os dados coletados em 2024.

Planejamento
14 e 15 de julho segunda e terça-feira

Planejamento do Seminário de Autoavaliação 2025.

Organização
18 e 19 de agosto segunda e terça-feira

Seminário de Autoavaliação e coleta de dados: escuta da comunidade.

Escuta
22 e 23 de setembro segunda e terça-feira

Consolidação das informações coletadas no seminário e elaboração do relatório.

Análise
13 de outubro segunda-feira

Apresentação do relatório à comunidade.

Devolutiva
17 de novembro segunda-feira

Atividades do planejamento estratégico e elaboração do diagnóstico.

Diagnóstico
15 de dezembro segunda-feira

Consolidação do planejamento estratégico e atualização das metas.

Consolidação
2026 Fluxo anual de atividades da Comissão
9 a 13 de fevereiro segunda a sexta-feira

Atividades de metaavaliação e planejamento das ações do ano; atualização do quadro de metas com os dados de 2025.

Planejamento
13 e 14 de julho segunda e terça-feira

Planejamento do Seminário de Autoavaliação 2026.

Organização
17 e 18 de agosto segunda e terça-feira

Seminário de Autoavaliação e coleta de dados: escuta da comunidade.

Escuta
21 e 22 de setembro segunda e terça-feira

Consolidação das informações coletadas no seminário e elaboração do relatório.

Análise
13 de outubro terça-feira

Apresentação do relatório à comunidade.

Devolutiva
16 de novembro segunda-feira

Atividades do planejamento estratégico e elaboração do diagnóstico.

Diagnóstico
14 de dezembro segunda-feira

Consolidação do planejamento estratégico e atualização das metas.

Consolidação
2027 Fluxo anual de atividades da Comissão
8 a 12 de fevereiro segunda a sexta-feira

Atividades de metaavaliação e planejamento das ações do ano; atualização do quadro de metas com os dados de 2026.

Planejamento
12 e 13 de julho segunda e terça-feira

Planejamento do Seminário de Autoavaliação 2027.

Organização
16 e 17 de agosto segunda e terça-feira

Seminário de Autoavaliação e coleta de dados: escuta da comunidade.

Escuta
20 e 21 de setembro segunda e terça-feira

Consolidação das informações coletadas no seminário e elaboração do relatório.

Análise
13 de outubro quarta-feira

Apresentação do relatório à comunidade.

Devolutiva
16 de novembro terça-feira

Atividades do planejamento estratégico e elaboração do diagnóstico.

Diagnóstico
14 de dezembro terça-feira

Consolidação do planejamento estratégico e atualização das metas.

Consolidação
2028 Fluxo anual de atividades da Comissão
7 a 11 de fevereiro segunda a sexta-feira

Atividades de metaavaliação e planejamento das ações do ano; atualização do quadro de metas com os dados de 2027.

Planejamento
10 e 11 de julho segunda e terça-feira

Planejamento do Seminário de Autoavaliação 2028.

Organização
14 e 15 de agosto segunda e terça-feira

Seminário de Autoavaliação e coleta de dados: escuta da comunidade.

Escuta
18 e 19 de setembro segunda e terça-feira

Consolidação das informações coletadas no seminário e elaboração do relatório.

Análise
13 de outubro sexta-feira

Apresentação do relatório à comunidade.

Devolutiva
16 de novembro quinta-feira

Atividades do planejamento estratégico e elaboração do diagnóstico.

Diagnóstico
14 de dezembro quinta-feira

Consolidação do planejamento estratégico e atualização das metas.

Consolidação

Comissão de Autoavaliação · Quadriênio 2025–2028

PPGEL — Avanço orientado pela autoavaliação
PPGEL · Autoavaliação e planejamento estratégico

Do diagnóstico à transformação

Como os dados da autoavaliação vêm orientando decisões, qualificando a formação e ampliando a capacidade do Programa de responder às suas próprias fragilidades.

Acompanhamento histórico: 2017–2026

Avanços que podem ser acompanhados

Indicadores selecionados mostram a expansão da oferta, da equipe, da internacionalização e da estrutura acadêmica.

Entradas no mestrado12 → 522017 para 2026
Entradas no doutorado0 → 18criado em 2019 e ampliado
Docentes14 → 342017 para 2025
Linhas de pesquisa2 → 5reformulação realizada em 2025

O crescimento ao longo do tempo

As séries ajudam a visualizar a resposta do Programa às necessidades identificadas no processo de autoavaliação.

Expansão da oferta de vagas

Número de ingressantes por ano, separados entre mestrado e doutorado.

Avanço observado: o doutorado foi incorporado em 2019. Em 2025 e 2026, a ampliação do mestrado elevou significativamente a capacidade de ingresso do Programa.

Estudantes estrangeiros

Presença anual registrada no acompanhamento do Programa.

Avanço observado: a internacionalização saiu de 1 estudante estrangeiro em 2019 para 5 estudantes por ano a partir de 2025.

Ampliação do corpo docente

Evolução do número de docentes informada pelo Programa.

Qualificação da estrutura acadêmica

Mudanças estruturais que ampliaram a experiência formativa.

Avanço observado: as disciplinas optativas passaram de 12 para 23 e as linhas de pesquisa foram reformuladas de 2 para 5 em 2025.

Internacionalização, financiamento e circulação

Novos indicadores evidenciam a ampliação das redes acadêmicas, da capacidade de captação e da circulação internacional.

Projetos e docentes com financiamento

Evolução da captação de recursos em editais internos e externos.

Avanço observado: os projetos com financiamento internacional cresceram de 1 em 2017 para 5 em 2025. O número de docentes com projetos financiados chegou a 23 em 2026.

Internacionalização institucional

Cotutelas, bolsas de produtividade e professores estrangeiros.

Avanço observado: a primeira cotutela foi registrada em 2023 e chegou a 2 estudantes em 2026; o Programa mantém 1 professor estrangeiro e ampliou docentes com bolsa de produtividade para 6.

Estágios de doutorado no exterior

Quantidade de estudantes por período e países de destino, sem identificação nominal.

PeríodoEstudantesPaíses de destino
2022–20233Espanha (2) · Estados Unidos (1)
2023–20241Estados Unidos (1)
2024–20251Angola (1)
2025–20262Portugal (1) · Espanha (1)
2026–20272Portugal (2)

Estudantes internacionais em circulação

Registros acumulados informados pelo Programa, por nível.

NívelPeríodoRegistrosPaíses
Doutorado2019–20268Argentina · Venezuela · Moçambique · Angola
Mestrado2021–202610Angola · Moçambique · Timor-Leste · Guiné-Bissau · Nigéria
Leitura do avanço: além do aumento anual de estudantes estrangeiros, os registros mostram diversidade de países e continuidade da circulação no mestrado e no doutorado.

Impacto social, visibilidade e relação com a comunidade

A autoavaliação também orientou a ampliação das parcerias, da comunicação pública, da infraestrutura de pesquisa e das ações voltadas à educação básica e às comunidades vulneráveis.

Convênios e parcerias estratégicas

Evolução das parcerias com prefeituras, instituições culturais e órgãos de preservação da memória.

PeríodoNúmeroParcerias registradas
20173Convênios com prefeituras.
2021+1Mais um convênio com prefeitura.
20231Convênio com a Fundação Pedro Calmon.
20251Convênio com a Academia de Letras da Bahia.
2026+2Convênios com as prefeituras de Andaraí e Lençóis.
Avanço observado: o Programa ampliou e diversificou suas parcerias, conectando a formação e a pesquisa a redes municipais, culturais e de memória.

Política institucional de internacionalização

Marco de planejamento que organiza e amplia a cooperação internacional.

2021 · UEFS1 política + 1 planoPolítica de Internacionalização e Plano de Internacionalização, com envolvimento dos programas.

A partir desse marco institucional, o portfólio passou a ser acompanhado como estratégia integrada de mobilidade, cotutelas, convênios, projetos financiados e participação em redes acadêmicas.

Portfólio de convênios internacionais

19 países · 51 instituições informadas no portfólio do Programa.

PaísInstituições
Portugal11
Espanha6
França6
México4
Chile e Colômbia3 cada
Argentina, China, Cuba, Itália e Peru2 cada
África do Sul, Áustria, Costa do Marfim, Equador, Marrocos, Moldávia, Paquistão e Uruguai1 cada

Alcance geográfico da cooperação

O portfólio reúne instituições de África, América, Ásia e Europa.

Indicador síntese

51 instituições parceiras

O portfólio inclui universidades, institutos politécnicos, escolas superiores e organizações acadêmicas em 19 países.

Leitura do avanço: Portugal concentra o maior número de instituições, seguido por Espanha e França, mas a rede alcança também África do Sul, Costa do Marfim, China, Paquistão, Moldávia e outros territórios.

Infraestrutura para pesquisa, memória e formação

Novos espaços e laboratórios fortalecem a produção e a difusão do conhecimento.

AnoEstrutura ou ação
2024Biblioteca setorial dos programas de Pós-Graduação em Letras da UEFS, integrada ao sistema de bibliotecas, com acervo especializado e infraestrutura para estudos.
2024Laboratório de tratamento e digitalização de documentos e acervos.
2024Laboratório de edição digital.
2024Laboratório de produção de recursos didáticos.
Desde 2010Laboratório de Fonética, criado com a fundação do curso.

Inclusão, educação básica e direitos linguísticos

Ações de extensão e pesquisa com impacto direto na sociedade.

PeríodoContribuição
Desde 2018Projetos de inclusão da comunidade surda, com aplicativos e sites para ampliar o acesso a instituições públicas e serviços, incluindo estudos toponímicos.
Desde 2022Projetos de extensão voltados aos direitos linguísticos em comunidades vulneráveis.
Desde 2023Teses defendidas com produtos para a educação básica, incluindo recursos didáticos digitais para formação de leitores.
Leitura do avanço: a produção acadêmica passou a gerar produtos, serviços, espaços e ações diretamente relacionados às necessidades da comunidade.

Produção docente, impacto e inserção dos egressos

O crescimento do Programa também se expressa na produção acadêmica, na circulação internacional do conhecimento, na empregabilidade e na procura pela formação.

Produção docente internacional15% → 45%entre 2017 e 2024
Empregabilidade dos egressos98%inserção profissional registrada
Procura após o doutorado+68%aumento a partir de 2019
Inscritos no GCUB≈350média para mestrado e doutorado

Qualificação da produção docente

Percentual de docentes com produção internacional, indicando crescimento quantitativo e qualitativo com impacto nos estudos linguísticos.

Leitura do avanço: a produção internacional passou de 15% do corpo docente em 2017 para 45% em 2024, fortalecendo a circulação dos estudos linguísticos.

Procura e atratividade do Programa

A implantação do doutorado ampliou a procura e consolidou a demanda anual.

Leitura do avanço: em 2019, após a implantação do doutorado, a procura aumentou 68% e continuou crescendo. No programa GCUB, a média é de aproximadamente 350 inscritos para mestrado e doutorado.

Mapa de inserção profissional dos egressos

Representação esquemática dos principais espaços de absorção profissional, com empregabilidade de 98%.

Mapa de inserção

Onde os egressos fazem a diferença

Rede de atuação profissional a partir do PPGEL

98%empregabilidade
Mapa do Brasil com divisões estaduais
UniversidadesNordeste e Bahia
Institutos federaisEducação e pesquisa
Secretarias estaduaisPolíticas educacionais
PrefeiturasNordeste e Bahia
Feira de Santanamicrorregião de destaque
Inserção acadêmicaInserção na educação públicaFoco territorial
Impacto observado: os egressos são absorvidos principalmente por universidades brasileiras, institutos federais, secretarias estaduais de educação e prefeituras do Nordeste e da Bahia, com destaque para a microrregião de Feira de Santana.

Como a produção gera impacto

Cadeia de valor acadêmica e social do Programa.

Produção docente

Mais circulação internacional

O aumento de publicações e projetos internacionais amplia a visibilidade dos estudos linguísticos.

Formação discente

Mais oportunidades e redes

Estágios, cotutelas, convênios e mobilidade aproximam os estudantes de diferentes sistemas acadêmicos.

Egressos

Retorno para a sociedade

A inserção em universidades, institutos, redes de ensino e governos transforma a formação em impacto regional.

Linha do tempo das decisões

O crescimento não é apresentado apenas como resultado: ele é relacionado às decisões tomadas a partir do acompanhamento e da autoavaliação.

2017–2018 · Estrutura inicial

Oferta concentrada no mestrado

O Programa recebia 12 estudantes de mestrado por ano. O acompanhamento desse cenário ajudou a identificar a necessidade de ampliar a formação oferecida.

2019 · Expansão da pós-graduação

Criação do doutorado e início da internacionalização

O Programa passou a receber 18 estudantes de mestrado e 12 de doutorado. Também foi registrado o primeiro estudante estrangeiro.

2020 · Consolidação e inclusão

Ampliação do doutorado e avanço das ações afirmativas

O ingresso passou a 18 estudantes de mestrado e 15 de doutorado. O processo de inclusão ganhou visibilidade com a chegada de uma estudante trans.

2021–2024 · Manutenção com acompanhamento

Estabilidade da oferta e novas demandas identificadas

O Programa manteve 18 ingressantes no mestrado e 15 no doutorado por ano. Nesse ciclo, recebeu a primeira estudante indígena em 2022 e consolidou a percepção de que a infraestrutura era excelente para a escala então existente.

2025 · Requalificação e mudança de escala

Mais docentes, mais vagas, mais linhas e mais inclusão

O Programa passou a receber 43 estudantes de mestrado e 18 de doutorado, ampliou o corpo docente para 34, reformulou as linhas de pesquisa de 2 para 5, ampliou as optativas de 12 para 23 e passou a receber estudantes com deficiência.

2026 · Continuidade e novos desafios

Expansão da oferta e atenção às condições de permanência

O ingresso chegou a 52 estudantes de mestrado e 18 de doutorado, com 5 estudantes estrangeiros. O Programa recebeu dois estudantes surdos e passou a tratar a infraestrutura como demanda prioritária para sustentar o crescimento.

Da fragilidade à estratégia

O quadro explicita a lógica de melhoria contínua: identificar, planejar, executar e acompanhar.

Fragilidade identificada

Infraestrutura dimensionada para uma escala menor

Até 2024, a estrutura atendia bem ao tamanho do Programa. A expansão de turmas, docentes e estudantes a partir de 2025 tornou necessário rever conectividade, salas, gabinetes, espaços de convivência e a própria sede da pós-graduação.

Estratégia criada

Planejamento de expansão física e tecnológica

O planejamento passou a incluir ampliação do sinal de internet no prédio da pós-graduação, mais salas de aula, espaço para gabinetes, melhorias nos banheiros, softwares especializados e a construção de um novo prédio para a Pós-Graduação em Letras.

Avanço observado

O diagnóstico passou a orientar a priorização

A autoavaliação deixou de ser apenas um registro do desempenho: passou a justificar novas metas e a orientar a qualificação das condições de ensino, pesquisa, inclusão e permanência.

Qualificação da formação e da produção discente

Mudanças acadêmicas associadas ao objetivo de fortalecer a formação e ampliar a produção do Programa.

DimensãoDiagnóstico / necessidadeEstratégia adotadaAvanço observado
Produção discenteNecessidade de ampliar a produção acadêmica e a inserção dos estudantes.Exigência de pelo menos 1 artigo para integralização do mestrado e 2 artigos para integralização do doutorado.Acompanhamento em curso
Critério acadêmico incorporado ao percurso formativo.
Formação curricularNecessidade de diversificar as possibilidades de formação.Ampliação da quantidade de disciplinas optativas.Avanço registrado
De 12 para 23 disciplinas optativas em 2025.
Linhas de pesquisaNecessidade de atualizar e ampliar a estrutura temática do Programa.Reformulação das linhas de pesquisa.Avanço registrado
De 2 linhas até 2024 para 5 linhas a partir de 2025.
Inclusão e cotasNecessidade de tornar as ações afirmativas mais efetivas e garantir acessibilidade.Políticas de cotas, condições especiais no processo seletivo e garantia de prova de proficiência em línguas.Avanço observado
Estudante trans em 2020, primeira estudante indígena em 2022, estudantes PCD a partir de 2025 e dois estudantes surdos em 2026.
InternacionalizaçãoNecessidade de ampliar a presença estrangeira e a circulação acadêmica.Convênios, intercâmbios, bolsas sanduíche, participação em eventos e ações internacionais.Avanço registrado
De 1 estudante estrangeiro em 2019 para 5 por ano em 2025 e 2026.
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